Israel admite "agir novamente" contra o Irão
Apesar de apoiar os "esforços" empreendidos com os Estados Unidos, "é possível que em breve tenhamos de voltar a agir para garantir a concretização destes objetivos", disse durante uma cerimónia militar.
Casa Branca estuda aumento da produção norte-americana de petróleo "muito em breve"
"Estamos em constante comunicação com as empresas petrolíferas e a considerar medidas que poderíamos tomar aqui nos EUA para aumentar a produção americana muito em breve", disse Hassett aos jornalistas na Casa Branca.
"Há questões, regulamentos, que estão a causar entraves, como a rapidez com que os produtos podem ser libertados... e estamos a estudar isso, como podemos mudar estas questões, e temos falado com as empresas petrolíferas sobre isso", acrescentou.
ONU manifesta preocupação com estrangulamento da economia mundial
"Estou muito preocupado com a restrição dos direitos e liberdades de navegação na zona do Estreito de Ormuz, que dificulta a distribuição de petróleo, gás, fertilizantes e outras matérias-primas essenciais (...) e estrangula a economia mundial", declarou.
"Tal como em qualquer conflito, toda a humanidade paga o preço, mesmo que alguns obtenham enormes lucros. O sofrimento irá sentir-se durante muito tempo", alertou, apelando a "todas as partes" para que deixem passar os navios.
Trump acusa chanceler alemão de "interferir com aqueles que estão a eliminar a ameaça nuclear do Irão"
"O chanceler da Alemanha deveria dedicar mais tempo a pôr fim à guerra entre a Rússia e a Ucrânia (na qual tem sido totalmente ineficaz!) e a recuperar o seu país em crise, especialmente no que diz respeito à imigração e à energia, e menos tempo a interferir com aqueles que estão a eliminar a ameaça nuclear do Irão, tornando assim o mundo, incluindo a Alemanha, um lugar mais seguro!", escreveu na rede social Truth.
Merz diz que Alemanha dispõe de reservas suficientes de petróleo e gás mas alerta para a escassez global
"Ainda temos (...) reservas suficientes de petróleo e gás. Uma parte relativamente pequena do abastecimento destinado à Europa passa pelo Estreito de Ormuz. A maior parte provém de outras fontes", afirmou numa reunião na cidade de Salzwedel esta quinta-feira.
"No entanto, a escassez nos mercados globais é, naturalmente, também um sinal importante para a evolução dos preços aqui. Por isso, tudo está orientado, incluindo os meus próprios esforços, para dar todo o contributo possível à reabertura do Estreito de Ormuz", acrescentou.
Açores. Gasóleo vai subir 36 cêntimos e gasolina quase 22
Os empresários açorianos estão preocupados com o que aí vem. Já a partir de amanhã, o preço do gasóleo vai aumentar mais de 36 cêntimos e a gasolina sobe quase 22 cêntimos.
Preço do petróleo registou a maior subida dos últimos quatro anos
O preço do petróleo atingiu o valor mais alto dos últimos quatro anos. Foi negociado ontem a 126 dólares. Mas hoje baixou ligeiramente ainda que se mantenha acima dos 120 dólares por barril.
Gaza. Português a bordo de flotilha humanitária intercetada por Israel
A flotilha humanitária que se dirigia para Gaza com mais de mil ativistas foi abordada, na noite desta quarta-feira, perto da ilha grega de Creta. A Marinha israelita intercetou as embarcações e numa delas seguia o português Nuno Gomes. A mulher, Dora Lemos, descreveu o momento à Antena 1.
A Itália, através do gabinete da primeira-ministra Giorgia Meloni, vem a público exigir a libertação imediata de todos os italianos que foram "detidos ilegalmente".
Meloni insta também Israel a respeitar o direito internacional e a garantir a segurança das pessoas a bordo, não revelando quantos italianos foram detidos.
O antigo ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, acusa o governo grego de ser "cúmplice" ou "incapaz de defender" os mares da Grécia de Israel.
Irão avisa EUA que novo ataque provocaria regresso a conflito prolongado
"Vimos o que aconteceu às vossas bases regionais, veremos a mesma coisa acontecer aos vossos navios de guerra", acrescentou o comandante da Força Aeroespacial, Majid Mousavi, de acordo com a Student News Network.
O responsável reagiu deste modo a uma reportagem da Axios que afirmava que as forças armadas dos EUA prepararam um plano para uma onda de ataques "curta e poderosa" contra o Irão.
Governo de Itália pede "libertação imediata" dos italianos que estavam a bordo da Flotilha de Gaza
De acordo com Israel, aproximadamente 175 pessoas de mais de 20 barcos da flotilha foram detidas na última madrugada, embora as nacionalidades não sejam conhecidas.
TAP: Air France-KLM diz que conflito no Médio Oriente não altera, para já, valor da oferta
A garantia foi deixada hoje pelo presidente executivo do grupo franco-neerlandês, Benjamin Smith, durante uma conferência telefónica com jornalistas sobre os resultados do primeiro trimestre.
Questionado sobre se a guerra e a crise energética poderiam levar a Air France-KLM a rever a oferta pela companhia aérea portuguesa, nomeadamente em termos de valor, o gestor respondeu: "Nesta altura, não."
O setor da aviação atravessa um período de forte pressão, marcado pelo aumento dos custos do combustível devido ao conflito no Médio Oriente, por atrasos na entrega de aeronaves e pela incerteza geopolítica.
c/ Lusa
Japão promete esforços diplomáticos para garantir passagem de navios pelo Estreito de Ormuz
Líder supremo do Irão promete eliminar "abusos do inimigo" no Estreito de Ormuz e garantir segurança no Golfo
O líder supremo do Irão afirmou ainda que a nova gestão do Estreito de Ormuz "trará calma e progresso", assim como "benefícios económicos" a todos os países do Golfo.
Áudio: Cláudia Aguiar Rodrigues - RTP Antena 1
Israel ordena residentes de oito cidades libanesas a abandonarem as suas casas
Mensagem do líder supremo Mojtaba khamenei será divulgada hoje
Lituânia quer aderir à coligação dos EUA no Estreito de Ormuz
Líbano condena "violações persistentes" do cessar-fogo por parte de Israel
"As violações israelitas persistem no sul apesar do cessar-fogo, assim como a demolição de casas (...), enquanto o número de vítimas (...) aumenta", declarou, de acordo com um comunicado da Presidência.
"É preciso pressionar Israel para que respeite as leis e os acordos internacionais e pare de atacar civis e equipas de socorro", acrescentou.
Ataques israelitas matam nove pessoas no sul do Líbano
Em Jebchit, três pessoas morreram e sete ficaram feridas num ataque que destruiu um edifício residencial. Na cidade de Toul, quatro pessoas morreram e seis ficaram feridas, tendo um edifício residencial ficado danificado. Na cidade de Harouf, duas pessoas morreram num ataque que destruiu uma casa.
Presidente da COP31 pede para "acelerar a transição para as energias limpas"
"Sabemos agora claramente que a economia mundial tem de mudar de modelo energético. E o passo mais crucial consiste em acelerar a transição para as energias limpas", afirmou Murat Kurum.
Dia Nacional do Golfo Pérsico celebra expulsão de Portugal do Estreito de Ormuz
Numa entrevista à agência de notícias Mehr, o presidente do Irão, Masoud Pezeskhian, afirmou que esta via navegável é "um símbolo da resistência da grande nação iraniana".
ONU considera uma ironia "guerra" dos combustíveis fósseis estar a favorecer renováveis
Simon Stiell falava em Paris, numa reunião de "diálogo de alto nível" sobre a transição energética organizado pela COP31, a próxima reunião da Organização Nações Unidas (ONU) sobre o clima, e a Agência Internacional de Energia (AIE).
Começando por fazer referência à guerra no Médio Oriente e às "terríveis perdas humanas", bem como aos problemas económicos mundiais que dela decorrem, assinalou que a crise dos combustíveis fósseis domina completamente a economia mundial, mas dessa tragédia surge uma "imensa ironia".
"Aqueles que lutaram para manter o mundo dependente dos combustíveis fósseis estão, sem o querer, a impulsionar o crescimento global das energias renováveis", disse, apontando o grande aumento do investimento em energia limpa e referindo que a geração de energia solar aumentou 600 terawatts-hora em 2024.
A crise do preço dos combustíveis fósseis tornou impossível ignorar "a lógica económica da energia renovável", que "não pode ser limitada por estreitos marítimos ou conflitos globais", afirmou Simon Stiell, apontando países como a Espanha ou o Paquistão, cujos investimentos nas energias renováveis os protegeram de alguns efeitos da crise atual.
Devido à crise dos combustíveis muitos governos estão a impulsionar planos de energias renováveis "a todo o vapor", como em França, onde o financiamento para a eletrificação está a duplicar. E a China, a Índia, a Indonésia, a Coreia do Sul, a Alemanha, o Reino Unido, entre outros, "deixaram claro que acelerar a transição para as energias renováveis é um pilar da segurança energética".
Simon Stiell salientou que este impulso deve ser aproveitado, para que dentro de dois anos, quando for feito um novo balanço mundial da ação climática (previsto no Acordo de Paris sobre o clima) os países estejam mais perto dos compromissos assumidos.
c/ Lusa
AIE reitera que mundo enfrenta a maior crise energética da história
"Os mercados do petróleo e do gás estão a atravessar grandes dificuldades. Da última vez que verifiquei, o preço do petróleo estava acima dos 120 dólares, o que está a exercer uma grande pressão sobre muitos países", afirmou Birol numa conferência em Paris.
"O nosso mundo enfrenta um grande desafio económico e energético", acrescentou.
Os preços do petróleo bruto Brent atingiram esta quinta-feira o valor mais alto dos últimos quatro anos, devido a receios de que a guerra no Irão possa agravar-se.
Sérvia prolonga proibição de exportação de combustíveis até junho para garantir abastecimento
A proibição estará em vigor até ao final de junho, afirmou a ministra da Energia, Dubravka Djedovic Handanovic, em comunicado.
A Sérvia irá também disponibilizar 30.000 toneladas métricas adicionais das suas reservas de gasóleo para o mercado local, enquanto os impostos especiais sobre o consumo de combustível foram reduzidos em 25% para evitar aumentos de preços, acrescentou.
Israel lança ataques contra várias cidades no sul do Líbano
PIB francês manteve-se estável no primeiro trimestre
O valor é justificado por uma procura interna "anémica" e uma contribuição do comércio externo "fortemente negativa", mas ainda não está relacionado com a guerra no Irão.
A percentagem contraria as previsões do Banco de França, que há cerca de duas semanas previu que o crescimento poderia atingir "até 0,3%" no primeiro trimestre.
Servidores da Amazon indisponíveis no Bahrein devido a danos
Espanha mantém ritmo de crescimento económico apesar da guerra
"A economia espanhola mantém o seu ritmo de crescimento num início de ano marcado pela guerra no Irão", afirmou o ministro da Economia, Carlos Cuerpo.
Fatura de combustível da Air France-KLM deverá aumentar em 2,4 mil milhões de dólares em 2026
O combustível para aviões representa mais de um terço dos custos da maioria das companhias aéreas.
"Embora o aumento dos preços do combustível ainda não se reflitam nos resultados que apresentamos hoje, espera-se que venham a pesar nos próximos trimestres", afirmou Ben Smith, diretor executivo da Air France-KLM, em comunicado.
A empresa indicou que o custo total do combustível deverá ascender a 9,3 mil milhões de dólares para o ano, dos quais 1,1 mil milhões de dólares corresponderão ao segundo trimestre.
Autoridades israelitas detiveram 175 ativistas da Flotilha de Gaza
A Marinha israelita deteve hoje 175 ativistas da "Flotilha de Gaza" que se encontravam a bordo de 20 embarcações, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita.
"Aproximadamente 175 ativistas de mais de 20 embarcações da flotilha estão neste momento a navegar pacificamente em direção a Israel", indicou o Ministério através das redes sociais indicando que os detidos tinham sido transferidos para navios de Israel.
Anteriormente, os organizadores da Flotilha Global Samud, que transporta ativistas que procuravam quebrar o bloqueio israelita à Faixa de Gaza, anunciaram que as embarcações tinham sido cercadas por navios de guerra israelitas enquanto navegavam ao largo da costa de Creta, Grécia.
De acordo com a agência de notícias espanhola EFE, a flotilha foi intercetada pela Marinha de Guerra de Israel a cerca de 1.200 quilómetros da Faixa de Gaza.
Entretanto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália solicitou informações às autoridades israelitas para esclarecer as circunstâncias da operação que danificou várias embarcações da Flotilha Global Sumud.
Um comunicado indicou que o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália, António Tajani, instruiu as embaixadas de Roma em Telavive e em Atenas para recolherem informações junto das autoridades israelitas e gregas.
O objetivo, acrescentou o comunicado, é permitir ao Governo italiano "implementar as medidas necessárias para proteger os cidadãos italianos" que integram a flotilha.
A Flotilha Global Sumud navegava em direção à Faixa de Gaza e era composta por 58 embarcações.
As embarcações partiram no domingo do porto de Augusta no sul de Itália, com o objetivo de atravessar o Mediterrâneo e chegar à Faixa de Gaza para entregar ajuda humanitária à população palestiniana.
Presidente iraniano afirma que bloqueio naval norte-americano está "destinado ao fracasso"
"Qualquer tentativa de impor um bloqueio marítimo é contrária às leis internacionais (...) e está condenada ao fracasso", afirmou Massoud Pezeshkian em comunicado, depois de um alto responsável da Casa Branca ter referido uma prorrogação desse bloqueio "durante vários meses".
O presidente iraniano considerou ainda que o bloqueio "não só não permite melhorar a segurança regional, como constitui uma fonte de tensão e uma perturbação da estabilidade a longo prazo do Golfo".
França pede à TotalEnergies que prolongue limites máximos de preços nas estações de serviço
"A Total estabeleceu em abril um limite máximo que está previsto terminar nos próximos dias. Solicitamos legitimamente à Total, tendo em conta os seus lucros e a difícil situação enfrentada pelos franceses, que prolongue esse limite", afirmou a ministra da Energia e porta-voz do Governo, Maud Bregeon, à TF1 TV.
A França dispõe de 100 milhões de barris em reservas estratégicas, acrescentou Bregeon, tendo sido libertados apenas 2% até ao momento, ao abrigo de um acordo com a Agência Internacional de Energia no mês passado.
Lucros da Repsol dispararam 153,8% para 929 milhões de euros no 1.º trimestre
Os lucros da Repsol dispararam 153,8% no primeiro trimestre do ano, chegando aos 929 milhões de euros, impulsionados pelos ganhos de capital, que refletem o impacto da subida dos preços do petróleo bruto e produtos refinados.
Segundo os resultados da empresa comunicados à Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários (CNMV) da Espanha, o lucro líquido ajustado, que mede o desempenho dos negócios, atingiu 873 milhões de euros, um aumento de 56,7% em comparação com o primeiro trimestre de 2025, num contexto global volátil, particularmente após o início do conflito no Irão.
A Repsol indica que, sem ativos no Médio Oriente, está a concentrar os seus esforços em garantir a continuidade do fornecimento de energia, alocando 1.200 milhões de euros no trimestre para aumentar seus `stocks`.
No ano passado, o grupo petrolífero viu o seu lucro cair no primeiro trimestre, principalmente devido ao impacto da volatilidade dos preços sobre as suas margens de refinação.
"Num ambiente geopolítico cada vez mais complexo e volátil, que ameaça transformar o paradigma energético, permanecemos focados em garantir a segurança do abastecimento", afirmou o diretor executivo da Repsol, Josu Jon Imaz, num comunicado à imprensa.
As notícias sobre a empresa, com sede em Madrid e que opera em mais de 20 países, têm-se concentrado nas últimas semanas na sua posição na Venezuela, onde o grupo detém 50% do campo de gás natural `offshore` de Perla (um dos maiores da América Latina) e está envolvido em diversos projetos petrolíferos, em parceria com a gigante estatal venezuelana PDVSA.
A 16 de abril, a Repsol anunciou a assinatura de um acordo com o Governo venezuelano que lhe permitirá retomar o controlo operacional da sua `joint venture` Petroquiriquire, criada para operar campos de petróleo no leste da Venezuela.
A Repsol detém 40% da Petroquiriquire, enquanto a estatal PDVSA controla os restantes 60%.
O grupo espanhol indicou nas últimas semanas que está pronto para aumentar a sua produção de petróleo bruto na Venezuela em 50% num ano, e até mesmo triplicá-la, em três anos, caso as "condições necessárias" sejam atendidas.
A produção da Repsol no país ronda atualmente os 45.000 barris por dia, segundo dados da empresa.
Paulo Rangel considera "ínfimo" uso norte-americano da Base das Lajes
O Governo português demarca-se de qualquer envolvimento no conflito com o Irão.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros aproveitou ainda para desvalorizar o atual papel estratégico da Base das Lajes, classificando a utilização norte-americana da infraestrutura açoriana como 'ínfima' e 'pouco relevante'.
EUA. Guerra no Irão já custou 21 mil milhões de euros
Em 60 dias, a guerra custou aos cofres norte-americanos, cerca de 21 mil milhões de euros.
Os números oficiais confirmam a enorme pressão financeira que a nova frente militar no Médio Oriente está a exercer sobre os Estados Unidos.
Preço do petróleo Brent atingiu os 126 dólares por barril
O preço do petróleo Brent, referência europeia, atingiu os 126 dólares por barril ao início da manhã de hoje, o seu valor mais elevado desde 2022 devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.
EUA negoceiam novo acordo com o regime de Teerão
Donald Trump anunciou que estão em curso negociações para um novo acordo com o Irão, mas deixou um aviso severo a Teerão.
Numa escalada de retórica, Trump voltou a elevar o tom das ameaças, garantindo que haverá consequências caso a via diplomática não produza os resultados esperados em breve.
Reino Unido e nove Estados europeus criam força naval complementar da NATO
A Marinha Real britânica anunciou na quarta-feira um acordo para criar uma força naval conjunta com nove países europeus "complementar" da NATO, para dissuadir futuras ameaças da Federação Russa a partir da "fronteira marítima aberta" a norte.
"Passamos das palavras à ação. Uma Marinha Híbrida. Aliados do Norte. Dissuasão real no Ártico e Atlântico Norte em apoio da NATO. Na semana passada, todos os Estados da Força Expedicionária Conjunta assinaram uma declaração de intenções comprometendo-se a elaborar propostas detalhadas", indicou nas suas redes sociais.
O chefe da Marinha, o general Gwyn Jenkins, fez mesmo assim o anúncio, em discurso recolhido pelo The Guardian, apesar de o acordo ter sido feito na semana passada.
O acordo inclui, além do Reino Unido, a Dinamarca, a Estónia, a Finlândia, a Islândia, a Letónia, a Lituânia, a Suécia, a Noruega e os Países Baixos.
Jenkins revelou que as incursões russas nas águas britânicas aumentaram "quase um terço nos últimos dois anos".